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Na Webmundo, os emails vão direto à caixa de entrada!

Na Webmundo, os emails vão direto à caixa de entrada!

Afim de solucionar problemas que alguns clientes possuem frequentemente de entrega de emails para os destinatários, tendo mensagens voltando e etc., a Webmundo inovou novamente e implementou nos servidores Hospedagem Cloud o sistema MailChannels. Com ele, as mensagens são filtradas e entregues através de um pool global de servidores, garantindo a entrega das mensagens para os destinatários.

Com isso, não há problemas de SPAM, Phishing, mensagens voltando com erros e transtornos, e você consegue se focar em atender seu cliente e não tem desgaste com este tipo de problema.

Além disso, com nosso robusto e moderno sistema ANTI-SPAM, conseguimos filtrar mensagens indesejadas e maliciosas com direção a clientes que estão hospedados em nossa infra estrutura.

Empresas de TV paga preparam guerra contra Netflix

O sucesso da Netflix no Brasil parece incomodar as operadoras de TV por assinatura que atuam no país. Uma reportagem do UOL informa que as empresas, que perderam quase 1 milhão de assinantes desde 2014, estudam formas de atacar a operadora virtual – que, por outro lado, não para de ganhar adeptos.

Na tentativa de frear o crescimento da rival, as empresas estariam unidas em um “megalobby” em Brasília que tem quatro objetivos, sendo o primeiro deles fazer com que a Ancine cobre da Netflix o pagamento da Condecine – uma taxa que gira em torno de R$ 3 mil por cada filme disponibilizado.

Além disso, as empresas querem que os Estados passem a cobrar ICMS das assinaturas, o que encareceria a mensalidade da Netflix; e pensam em formas de sobretaxar internautas (ou a Netflix) que usam a rede para acessar a locadora, sob a justificativa de que o streaming consome muita banda larga – essa é uma das ideias mais frágeis, porque o próprio Marco Civil da Internet pode ser usado para contrapô-la.

Mas há uma frente mais séria que é fazer o Governo obrigar a Netflix a ter pelo menos 20% de conteúdo nacional dentro do seu catálogo. Acontece que a maior fornecedora do Brasil é o Grupo Globo que, segundo o UOL, se recusa a fechar parcerias com a Netflix, assim como a Band.

A empresa teria de correr atrás de emissoras como SBT e Record, porque as produtoras menores que aceitassem se unir à Netflix poderiam ser boicotadas por canais da Globo – são mais de 35 na TV paga. O UOL destaca ainda que, caso os 20% passem de fato a valer, a quantidade de material internacional tende a diminuir.

De acordo com a reportagem, em dezembro de 2014 havia quase 20 milhões de assinantes de TV por assinatura no Brasil, mas o número caiu para quase 19 milhões em dezembro passado. Os pacotes custam entre R$ 70 e mais de R$ 300, enquanto a Netflix trabalha com dois planos, um de R$ 19,90 e outro de R$ 29,90 que conta com qualidade HD.

Facebook usa novas funções para se aproximar do Twitter

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As novas funcionalidades recém-incorporadas ao Facebook, como a busca completa pelos posts, a adição de trending topics (assuntos do momento) e o aplicativo Mentions são parte da estratégia da rede para fazer com que seus usuários compartilhem mais seus pensamentos e criações.

Uma pesquisa realizada pelo Global Web Index mostrou que, em 2014, a rede social de Mark Zuckerberg foi utilizada pelos usuários mais como fonte de consumo de notícias, imagens e vídeos do que como pólo de compartilhamento de conteúdo.

Segundo o The Next Web, o Facebook pretende se tornar mais semelhante ao Twitter – uma espécie de espaço onde pensamentos banais e corriqueiros possam ser compartilhados. Na rede de Zuckerberg, por conta do retorno maior das postagens (na forma de curtidas e comentários), os usuários tendem a ser mais cautelosos na hora de compartilhar.

Outra atitude da empresa nesse sentido é a mudança nas notificações do aplicativo. A nova barra de notificações, além de avisar sobre a atividade dos amigos do usuário, também traz lembretes e outras informações possivelmente interessantes ao leitor. Ela também permite aos usuários fácil acesso a comentários sobre os links com os quais ele interage, de forma a incentivar sua contribuição à discussão.

Wikipedia ultrapassa 5 milhões de artigos em inglês

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Hoje, a Wikipedia anunciou que superou a marca dos 5 milhões de artigos em língua inglesa. O artigo que superou essa marca foi sobre a Persoonia terminalis, um arbusto nativo da Australia. O artigo foi escrito por Cas Liber, um editor australiano da Wikipedia que já assinou mais de 1500 artigos em inglês na enciclopedia virtual.

O arbusto australiano entra para um clube que inclui os artigos sobre a estação ferroviária de Jordanville, o programa de TV espanhol “El Hormiguero”, a atriz norueguesa Beate Eriksen e a cidade costeira Ezbet El-Borg, no Egito. Todos eles são artigos “milionésimos”.

Conhecimento colaborativo

A Wikipedia levou menos de 15 anos para chegar a essa marca – ela foi fundada em 15 de janeiro de 2001. Em língua inglesa, ela chegou a dois milhões de artigos em 2007, 3 milhões em 2009 e 4 milhões em 2012.

Inglês é a língua na qual a Wikipedia possui o maior número de artigos. Em segundo lugar, inusitadamente, vem sueco (com pouco mais de 2 milhões de artigos), seguido por alemão (1,87 milhões), holandês (1,184 milhões) e francês (1,69 milhões). Em portuguÊs, a enciclopédia virtual atualmente conta com mais de 893 mil artigos.

Contando todas as línguas, a enciclopédia ocupa mais de 30 terabytes de espaço em servidores. No primeiro semestre de 2015, a fundação Wikimedia (que gerencia o site) realizou uma parceria com uma instalação de arte que permitiria a qualquer pessoa comprar uma versão impressa da enciclopédia. A edição contaria com 7471 volumes e custaria US$ 500 mil.

Google Chrome bate recorde em número de usuários ativos

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O Google Chrome pode ainda não estar presente na maioria dos computadores do mercado, mas seu número de usuários não para de crescer. Segundo a empresa de análise de dados Net Applications, o browser já é utilizado por 31% dos usuários, representando um crescimento anual de 46% desde o seu lançamento, em 2008.

Enquanto isso, o Internet Explorer, presente em 50% dos PCs do mundo, continua em queda. Para se ter uma ideia, esse mesmo índice foi registrado pela última vez antes da virada do século, na década de 1990. Na época, o IE ainda disputava espaço com o extinto Netscape.

Já o Edge, navegador introduzido pela Microsoft no recém-lançado Windows 10, não parece ter conseguido reverter o fracasso do antecessor, pelo menos em seus primeiros meses. O browser conta com 2,7% de participação no mercado, mas, apesar de um ligeiro crescimento, o resultado foi abaixo do mês anterior (setembro).

Atrás do Chrome e à frente do Edge está ainda o Mozilla Firefox, com 11% dos usuários. Em relação ao mês anterior à medição, o navegador sofreu uma queda de 0,2%. É o índice mais baixo para o browser desde 2005.

Facebook obriga funcionários a trocar iOS por Android

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O gerente de produtos do Facebook, Chris Cox, contou ao Wired que está obrigando funcionários de sua equipe a trocar seus iPhones por smartphones que rodem o sistema operacional do Google. A ideia é fazer os funcionários pensarem a rede social da perspectiva de usuários dos mercados emergentes, onde o Android é mais utilizado que o sistema da Apple.

Nas palavras de Cox, “Eu estou exigindo que diversas pessoas da minha equipe mudem para Android, simplesmente porque as pessoas, quando podem escolher por si próprias, costumam preferir usar um iPhone”. Ainda segundo o executivo, ele quer que os trabalhadores usem o Android “para poder reportar bugs e viver na mesma experiência que a maioria dos usuários do Facebook vive atualmente”.

Ao todo, segundo um levantamento feito pela International Data Corporation (IDC), 82,8% dos smartphones do mundo usam o sistema operacional do Google, contra 13,9% do iOS. Essa diferença é ainda maior em alguns países emergentes, como na Índia, que segundo o The Independent é um dos mercados mais cobiçados por Zuckerberg.

Não se trata da primeira medida que o Facebook institui para aproximar seus desenvolvedores da realidade da internet nos países emergentes. Recentemente, a empresa também passou a realizar as “2G Tuesdays”, nas quais os funcionários podem simular a experiência de navegar na rede por meio de uma rede 2G.

7 motivos para abrir uma loja virtual

Impulsionado pelos avanços na área de tecnologia da informação e o aumento da eficácia de conversão do marketing digital nos últimos anos, o mercado de vendas online para o pequeno e microempreendedor vem crescendo cada vez mais no Brasil.

Antigamente, quando se falava em montar uma loja virtual para pequenas empresas, a realidade eram plataformas de e-commerce improvisadas e soluções em e-marketing primitivas. Atualmente, é possível montar um e-commerce no Brasil com baixo investimento e contar com recursos que há pouco tempo atrás estavam disponíveis apenas para grandes empresas.

Se você ainda está na dúvida em levar seu negócio para o mundo virtual, temos 7 motivos para você fazer isso hoje mesmo:

  1. Vendas sem limites
    Sua loja ou negócio online funcionará 24 horas por dia, aumentando e muito as oportunidades de negócios. Sempre pronta para atender seus clientes. Sem limites geográficos, seu mercado não ficará limitado apenas a uma localidade específica.
  2. Comodidade para os clientes
    Uma das grandes vantagens de se comprar em uma loja online são o conforto e praticidade de poder comprar de qualquer lugar e a qualquer hora, principalmente com o crescimento do mercado de tablets e smartphones.
  3. Monitoramento de vendas
    O monitoramento de vendas, estoque, faturamento diário entre outros ficam mais acessíveis. Com um bom sistema você poderá ter todo controle sobre seus negócios. Relatório de clientes satisfeitos, eficiência de fornecedores, visitas ao seu site/loja.
  4. Estoque
    A dinâmica do cenário das vendas online permite trabalhar com produtos de grande aceitação no mercado, mesmo quando são de segmentos totalmente diferentes. A internet é tão dinâmica que você pode trabalhar direto com o estoque do seu fornecedor sem a necessidade de um deposito próprio.
  5. Promoções
    Divulgar sua loja online e fazer promoções relâmpago é de uma simplicidade inimaginável quando comparados com os negócios tradicionais. Mostrar sua loja para pessoas em todo mundo e fazê-la ficar famosa será uma tarefa mais simples do que você pensa.
  6. Custo baixo
    Se comparado com um uma loja física os custos iniciais de um negócio online são infinitamente menores.
  7. Crescimento do mercado
    O e-commerce é um dos mercados mais promissores no Brasil e está em franca expansão. Só no primeiro semestre de 2013, o comércio eletrônico faturou R$ 12,7 bilhões. Então, se você pensa em ser um empreendedor neste mercado crescente, agora é a hora

Essas são apenas algumas das informações instantâneas que você terá com uma boa loja online, coisa que você não teria com facilidade em uma loja física. Então, se você pensa em ser um empreendedor neste mercado crescente, agora é a hora.